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Método das Boquinhas - Curso em Cambé-PR


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Fonoaudiologia e Ortodontia: Língua no lugar errado pode causar problemas ortodônticos!


Órgão responsável pela deglutição tem importância também para a configuração dos dentes.
Não é só nossa coluna vertebral que precisa estar posicionada corretamente para evitar problemas de saúde. Acredite, também existe uma postura para a língua. Ela deve estar encostada no palato, e a ponta deve tocar nos quatro dentes frontais superiores. A pressão é leve. Além disso, na hora de engolir o alimento, a língua não pode empurrar os dentes.
De acordo com o dentista britânico John Mew, diretor da London School of Facial Orthotropics, o posicionamento incorreto da língua, a deglutição inadequada e a musculatura fraca dela alteram todo o crescimento da mandíbula. Portanto, quanto mais cedo for identificado o problema, melhor. Mew é o responsável pela criação do conceito de ortotropia na odontologia, que foca no crescimento facial. Segundo o especialista, diferentemente da ortodontia, ela “trata as causas, não os sintomas”.
No Brasil, esse tipo de tratamento é ministrado de forma interdisciplinar, com acompanhamento de dentistas, ortodontistas e fonoaudiólogos. É altamente recomendável que o uso de aparelho ortodôntico seja acompanhado por um fonoaudiólogo, de modo que a língua não pressione certos dentes e eles não voltem a ficar tortos.
Clique na imagem para ampliá-la e entenda as consequências do mau posicionamento lingual! 

Importância fundamental

De importância fundamental na vida humana, a língua é um órgão que participa dos processos de deglutição, fala, mastigação e gustação. Sua superfície superior é coberta por papilas, que conferem um aspecto aveludado ao órgão. Elas são responsáveis pelo reconhecimento do sabor das diferentes substâncias e alimentos. Essa superfície é um local propício para a retenção de restos alimentares e cultura de bactérias e, por isso, deve ser higienizada tanto quanto os dentes.
A língua faz parte da estrutura crânio-mandibular, e a relação entre todos os componentes que cercam a boca é comumente comparada com um balé. Isso porque as variáveis de crescimento envolvem a adaptação harmoniosa de ossos, dentes, língua e arco dentário. Por isso, a língua está diretamente relacionada com a ortodontia, muitas vezes influenciando no desenvolvimento de deformidades.
O correto posicionamento da língua em relaxamento é colada ao palato e com a ponta tocando os incisivos (os quatro dentes centrais) superiores. Essa posição é passiva, e o paciente não deve se preocupar em mantê-la, uma vez que o vácuo formado entre a língua e o palato garante o posicionamento elevado da língua. A posição é mantida como se houvesse uma ventosa, e o toque deve ser leve e sem força, tanto nos dentes quanto no “céu da boca”.
A vedação labial é imprescindível para que esse vácuo se forme. Por isso, pacientes que respiram pela boca têm o posicionamento da língua incorreto, favorecendo problemas ortodônticos como mordida cruzada, mordida aberta, atresia maxilar, apinhamento e retrusão mandibular.
Em casos de macroglossia – crescimento anormal da língua -, o órgão atinge tamanho desproporcional ao da cavidade bucal. Assim, a língua exerce pressão excessiva nos arcos dentários, contribuindo para a movimentação ortodôntica inadequada. Clinicamente, o excesso de força lingual sobre os dentes é facilmente revelado pela presença de borda lingual “amassada”.
Nem sempre a força lingual excessiva é consequente de macroglossia. É muito mais comum que isso ocorra de um vício involuntário do paciente, que se acostuma a uma postura inadequada do órgão ou coloca piercings e desenvolve o hábito de “brincar” com o objeto dentro da boca.
Para corrigir a influência negativa da língua no arco dentário, é necessário identificar exatamente a causa, promovendo a reprogramação da posição lingual. No caso da macroglossia, a correção por meio de cirurgia de redução é necessária, mas as causas posturais podem ser tratadas com intervenção da ortodontista, otorrinolaringologista – no caso de respiração bucal – e conscientização do paciente em relação a seus vícios.

A importância do fonoaudiólogo

Se você usa aparelhos ortodônticos para realinhar os dentes, pode precisar do acompanhamento de outro profissional, além do dentista: o fonoaudiólogo. Isso porque o mau posicionamento da língua pode reduzir a eficácia do tratamento, impedindo que o sorriso fique alinhado ou mesmo atrasando os resultados esperados.
“A postura da língua é apontada como uma das principais causas da ocorrência de recidivas do mau posicionamento dentário. Por exemplo: um paciente com uso prolongado de chupetas está acostumado a repousar a língua entre os dentes anteriores (da frente). Durante o tratamento ortodôntico, este espaço é gradualmente fechado com o aparelho ortodôntico, mas pode abrir novamente, em decorrência da força muscular contínua exercida pela língua”, explica a ortodontista Melanie Gedanke.
Em seu consultório, o fonoaudiólogo Rêniton Moreno recebe pacientes encaminhados pelos dentistas para um tratamento complementar ao uso de aparelhos. Com as alterações no alinhamento dos dentes, esses pacientes precisam reaprender a falar, deglutir, respirar e até mesmo repousar com a língua na posição correta. “Cada tratamento tem uma duração específica, de acordo com o caso, e os resultados são muito bons. O atendimento multidisciplinar é importante para uma série de pacientes”, afirma o especialista.
No tratamento odontológico, muitas vezes, a integração da Ortodontia com outras especialidades da área da saúde é fundamental para obter o resultado desejado. Dentre essas especialidades, a Fonoaudiologia tem papel multidisciplinar na melhoria das funções reparadores e estéticas da Ortodontia. Angle, em 1907, já afirmava que a respiração oral seria a mais potente e constante causa da maloclusão, causando desenvolvimento assimétrico dos músculos, ossos do nariz, maxila, mandíbula e uma desorganização das funções exercidas pelos lábios, bochechas. A saliva é deglutida aproximadamente uma vez a cada dois minutos durante o dia e uma vez a cada três minutos durante a noite. Se a língua estiver posicionada inadequadamente, a força exercida colocará a perder o melhor tratamento ortodôntico para a mordida aberta anterior, por exemplo.
“A recidiva é praticamente certa, pois a causa ou pelo menos uma das causas principais não foi tratada. Não poderemos obter sucesso terapêutico sem o trabalho multidisciplinar nesses casos”, informa Deli Montanari Navas, Fonoaudióloga e Doutora em Ciências na área de Fisiopatologia Experimental pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Assim, os pacientes portadores de alterações miofuncionais orais devem ser avaliados e acompanhados por pelo menos três profissionais: o ortodontista, o fonoaudiólogo e o médico otorrinolaringologista e/ou alergista. “O comprometimento da musculatura e das funções orofaciais leva a uma modificação da forma ou mesmo da oclusão dentária”, acrescenta.
Como a ciência que objetiva, na especialidade de motricidade oral, o restabelecimento das funções respiratórias, mastigatórias, atos de deglutição e fala, visando o equilíbrio miofuncional, a Fonoaudiologia trabalha com a Fonoterapia nos casos de distúrbios orofaciais aplicando exercícios que são capazes de corrigir a respiração bucal, padrões de mastigação e deglutição, bem como vícios posturais da língua, de forma a cooperar com a Ortodontia. Mas para que o sucesso no tratamento seja alcançado, é imprescindível que o ortodontista identifique a necessidade da Fonoterapia e encaminhe o paciente ao fonodiólogo.
De acordo com a doutora Deli, todos os casos em que o ortodontista suspeite de possível comprometimento da musculatura orofacial, tanto em relação ao tônus muscular e as funções quanto em relação a postura dos órgãos fonoarticulatórios – lábios, língua e bochechas – devem ser encaminhados para avaliação e tratamento.
“Funções orofaciais compreendem a respiração, o sopro, a sucção, a mastigação, a deglutição e a fala. A postura é definida como a posição de repouso, ou seja, a forma como o paciente mantém os lábios e a língua quando não está exercendo atividades de fala. É importante a postura da língua e a atividade da musculatura orofacial no momento da deglutição”, explica.
Geralmente, o comprometimento das funções orofaciais é indicativo de alterações muscular e postural, com exceção da fala. Isto porque entre os distúrbios articulatórios existem os chamados distúrbios fonológicos, mais frequentes em crianças que apresentam alterações na produção dos sons da fala, sem que haja comprometimento da habilidade motora. Sua origem é atribuída a alguma dificuldade de organização entre a percepção e a produção da fala. Mas o correto diagnóstico só pode ser feito por um profissional especializado; por isso a Ortodontia, que trata da forma, e a fonoaudiologia, que cuida da função, têm que trabalhar em conjunto, avaliar as possibilidades, trocar informações e planejar o melhor tratamento.
Para a doutora Deli, o início do tratamento é o momento ideal para que o ortodontista encaminhe o paciente ao fonoaudiólogo, de preferência durante o período de estudo do caso. “Acredito que o diagnóstico e o planejamento terapêutico seriam muito mais fáceis e corretos se houvesse uma associação fonoaudiológica e ortodôntica”, ressalta. Por outro lado, caso o paciente passe primeiro por um fonoaudiólogo e este perceber qualquer tipo de alteração oclusal, deve encaminha-lo a um ortodontista para avaliação e planejamento terapêutico.
“Não existem regras, pois há muitas variáveis entre os casos. A melhor atitude é a discussão entre os profissionais, caso a caso, para sabermos qual tratamento devemos priorizar”, pondera doutora Deli. Como exemplo, ela cita algumas discrepâncias entre maxila e mandíbula no sentido vertical ou sagital, em que o fechamento labial torna-se impossível, impedindo o estabelecimento do padrão respiratório nasal. “Nestes casos, seria indicado primeiramente um aprimoramento da condição morfológica para melhores resultados posteriores no tratamento fonoaudiológico. É muito importante que o ortodontista, quando em casos de suspeita de alteração miofuncional oral, não finalize o tratamento sem uma avaliação fonoaudiológica prévia, pelo risco de recidivas”, completa.
O tratamento com Fonoterapia abrange todas as faixas etárias, ou seja, não existe um limite de idade para submeter-se aos exercícios. Segundo a doutora Deli, o que importa, na verdade, é o caso e a motivação. “Os adultos têm uma plasticidade menor, mas o que vale mesmo é o empenho, pois muitos dos exercícios requerem atenção e dedicação”, garante. Existem alguns casos que são mais difíceis de se trabalhar, como por exemplo, quando a morfologia não ajuda, e o paciente entre a cavidade oral e a língua.
Na verdade, o sucesso do tratamento fonoaudiológico depende de uma eficiente respiração nasal. Tanto as obstruções causadas por hipertrofias adenoamigdalinas como as alergias ou rinites dificultam o sucesso terapêutico. Por isso, nos casos de obstruções nasais é fundamental, já na avaliação, encaminhar os pacientes para o tratamento. Sem a desobstrução das vias áreas superiores, o tratamento fonoaudiológico fica extremamente comprometido ou impossibilitado, causando desgaste do paciente e resultados pobres. “O que mantém o tônus muscular é a posição de repouso adequada: respiração nasal, boca fechada e postura de língua correta. Se o paciente não consegue respirar bem pelo nariz, a boca fará esse trabalho, comprometendo o tratamento”, esclarece.
Outro fator importante, de acordo com a doutora Deli, é a motivação do paciente e da família para o tratamento, que muitas vezes exige exercícios diários. “O processo de motivação é iniciado a partir da forma como o paciente foi encaminhado para o tratamento fonoaudiológico. O profissional que o encaminha deve explicar previamente sobre a importância desse tratamento para o sucesso no resultado final: ortodôntico e fonoaudiológico, informando que são interdependentes. Todas as técnicas utilizadas pelo fonoaudiólogo devem ser explicadas ao paciente, utilizando linguagem adequada para cada idade, para que este esteja envolvido no processo terapêutico, obtendo assim resultados mais rápidos e satisfatórios, antes que a motivação se esvaia. Os músculos orofaciais respondem muito rapidamente ao trabalho miofuncional, quando bem orientado e executado. Os resultados rápidos funcionam como reforço positivo a continuidade do tratamento. Normalmente os resultados fonoaudiológicos são conseguidos muito anteriormente aos resultados ortodônticos. Portanto, os pacientes permanecem em acompanhamento por períodos mais espaçados e prolongados até o final completo do tratamento, aproveitando este tempo para a garantia do processo de automotivação dos padrões e posturas trabalhados, realizado pelo sistema nervoso central”, destaca.

A fonoaudiologia pode atuar ainda na prevenção dos distúrbios orofaciais, por meio de orientação as mães ainda na maternidade. A forma correta da amamentação, a introdução das diversas consistências de alimentos no momento certo e a atenção com relação aos possíveis hábitos nocivos da criança, como chupar chupeta e dedos por período prolongado, são fatores essenciais para evitar problemas no padrão de deglutição infantil e que podem ocasionar mal-posicionamento dos dentes.

Fonte: www.lersaude.com.br
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Atraso na fala? Pode ser Apraxia Verbal de Fala!


A Apraxia (ou "Dispraxia") é um distúrbio de origem neurológica que consiste no envio incorreto de informações para o cérebro planejar e executar determinados movimentos. Ela pode ser classificada como Global (quando acontece em várias partes do corpo), Oral (na boca e seus movimentos) e/ou Fala (ou verbal, na qual a dificuldade é específica para a produção dos sons de fala), os fatores que causam Apraxia não são totalmente conhecidos e esse distúrbio pode acontecer (ou não!) em paralelo com outros – por exemplo, Transtorno Sensorial ou do Espectro Autista.
Você conhece alguém que apresenta a marcha do andar alterado ou não consegue movimentar a mão de forma adequada? Isso pode ser resultado da falha cerebral no envio das informações à perna ou à mão. O mesmo acontece para a produção da fala. A modelagem de cada som é dada por diferenças milimétricas e dos movimentos de língua, lábios, céu da boca e dentes. Por isso, qualquer falha nas etapas de processamento, planejamento e execução causa uma alteração. Por isso, muitas vezes a criança fala uma coisa querendo dizer outra. Exemplo: em vez de casa, ela diz caca, ate ou api. Essa é uma fala bem aquém do esperado, mas é notório que ela sabe exatamente o que queria dizer.
Segundo a ASHA, o diagnóstico diferencial de Apraxia só deve ser conclusivo aos 3 anos de idade. Entretanto, se houver uma desconfiança antes dessa época, o paciente deve ser acompanhado em terapia diagnóstica, cujo trabalho é voltado para as alterações já pontuadas naquela criança. Os principais sinais Apraxia de Fala na Infância são:
- Até os 12 meses: Os bebês são muitos calados e/ou têm um repertório limitado de balbucios, apesar de interagirem bem com os adultos;
- Entre 12 e 18 meses: Quando se espera que as crianças aumentem o vocabulário, as crianças com AFI podem ter perda de palavras já faladas anteriormente;
- Por volta dos 2 anos de idade: É diagnosticado um atraso no desenvolvimento de linguagem oral;
- Aos 3 anos de vida: Nessa fase, as crianças já são bem compreendidas, apesar de um erro ou outro de pronúncia, mas as que têm Apraxia de Fala podem ainda nem estar falando ou podem ter a fala bastante ininteligível, com erros de pronúncia que mudam muito e que são incomuns (por ex: trocas de vogais), dificuldade de falar as palavras com mais sílabas, omissão da primeira sílaba.
- Desde a primeira infância: dificuldade de imitação (ex: mostrar a língua, fazer careta, se houver Apraxia Oral associada à AFI), alterações de produção e articulação dos sons da fala e na melodia (prosódia) da fala e acentuação das sílabas. Elas podem falar um determinado som (por ex: “p”) em algumas palavras (por ex: "pá", "papai") e omissão deste mesmo som na repetição de outras palavras mais difíceis  ("pedido", "parque", "capa") ou em momentos de fala espontânea.
Vale ressaltar que, como em qualquer distúrbio, os sinais da Apraxia de Fala podem variar em menor ou maior grau e em presença/ausência, o que torna o diagnóstico bem complexo. Então, o que vocês, enquanto pais, familiares e profissionais de crianças, precisam se atentar e procurar um fonoaudiólogo:
•  Se a criança não está acompanhando as etapas do desenvolvimento de linguagem. Lembrem-se de que não é normal demorar para falar!
•  Se a ausência/alteração da fala não é justificada por alterações na estrutura muscular da região da boca, auditivos ou psicossociais.
•  Se o ambiente é rico em estimulação, os pais ficam horas brincando com ela, está bem adaptada à escola, e a inteligência está preservada e mesmo assim há algumas falhas.
•  Se a criança está em um longo processo terapêutico fonoaudiólogico (há mais de um ano), mas não há avanços visíveis no quadro apresentado pela criança.
As pesquisas no Brasil nesta área ainda estão caminhando, bem como a formação de profissionais especializados. Por isso, nem sempre é possível fazer um diagnóstico rápido e eficaz.
Então, a sugestão é: lute por uma intervenção adequada e precoce que vise o treinamento intensivo de fonoterapia. Às vezes, o esforço pode demorar um pouquinho mais do que gostaríamos, mas vamos possibilitar a comunicação das nossas crianças!

Fonte: http://apraxiabrasil.org

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T.E.A em Superação!!!

Matéria retirada do blog  T.E.A em Superação - Rafael Yuri Cardoso 
Atualmente, estou ensinando um estágio onde os meus alunos (que são realmente professores recebendo seu mestrado em educação especial) estão ensinando os alunos com necessidades especiais. Alguns desses professores se deparam com os alunos com autismo pela primeira vez e ter sentido alguma ansiedade sobre isso para que eles pediram algumas idéias e estratégias para ajudá-los em sala de aula. Estas são algumas das sugestões que dei a eles que eu tenho usado em sala de aula com sucesso.
1. Use-tarefa de análise muito específicos, as tarefas em ordem sequencial.
2. Mantenha sempre a sua linguagem simples e concreto. Obtenha seu ponto de vista em tão poucas palavras quanto possível. Normalmente, é muito mais eficaz do que dizer "Pens-se, feche o seu jornal e se alinham para ir lá fora" do que "Parece tão bom fora. Vamos fazer a nossa lição de ciência agora. Assim que você terminar o seu texto, feche os livros e se alinham na porta. Vamos estudar as plantas ao ar livre hoje. "
3. Ensinar regras sociais / habilidades específicas, tais como a troca de turno e distância social.
4. Dar menos opções. Se uma criança é convidado a escolher uma cor, digamos, vermelho, apenas dar-lhe 2-3 opções para escolher. Quanto mais escolhas, mais confuso uma criança autista se tornará.
5. Se você fizer uma pergunta ou dar uma instrução e são recebidos com um olhar vazio, reformular a sua frase. Pedir a um aluno que disse ajuda a esclarecer que você tenha sido compreendido.
6. Evite o uso de sarcasmo. Se um estudante acidentalmente bate todos os seus papéis no chão e você diz "Great!" Você será levado literalmente e esta ação pode ser repetida em uma base regular.
7. Evite o uso de expressões idiomáticas. "Coloque seu pensamento bonés em", "Abra seus ouvidos" e "Zipper seus lábios" vai deixar um aluno completamente mistificado e se perguntando como fazer isso.
Estratégias de Educação Especial
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8. Dar escolhas muito claras e tentar não deixar as escolhas em aberto. Você é obrigado a obter um melhor resultado, perguntando "Você quer ler ou desenhar?" Do que perguntando "O que você quer fazer agora?"
9. Repita as instruções e verificando o entendimento. Usando frases curtas para garantir a clareza das instruções.
10. Fornecer uma estrutura muito clara e um conjunto rotina diária, incluindo o tempo para o jogo).
11. Ensinar o que "acabados" meios e ajudando o aluno a identificar quando algo terminou e algo diferente começou. Tire uma foto do que você quer o produto acabado para parecer e mostrar ao aluno. Se você quer o quarto limpo, tirar uma foto de como você quer que ele procure algum tempo quando se está limpo.Os alunos podem usar isso para uma referência.
12. Fornecer aviso de qualquer mudança iminente de rotina, ou o interruptor de atividade.
13. Dirigindo-se ao aluno individualmente em todos os tempos (por exemplo, o aluno pode não perceber que uma instrução dada a toda a classe também inclui a ele / ela. Chamando o nome do aluno e dizer "Eu preciso que você escute isso, pois isso é algo para você fazer "pode ​​funcionar algumas vezes, outras vezes o aluno terá de ser abordada individualmente).
14 Utilizar vários meios de apresentação -. Visual, orientação física, modelagem de pares, etc
15. Reconhecendo que alguma mudança na forma ou pode reflectir o comportamento de ansiedade (o que pode ser desencadeada por uma mudança [menor] de rotina).
Ensinar links Carreira
·  16 Não tendo comportamento aparentemente rude ou agressivo, pessoalmente; e reconhecendo que a meta para a ira do aluno pode estar relacionado com a origem do que raiva.
17. Evite superestimulação. Minimizar / remoção de distracters, ou fornecer acesso a uma área de trabalho individual ou de cabine, quando uma tarefa que envolve concentração está definido. Displays de parede coloridos podem ser uma distração para alguns alunos, outros podem achar ruído muito difícil de lidar.
18. Buscando vincular trabalho a interesses particulares do aluno.
19. Explorando de processamento de texto, e aprendizagem baseada em computador para a alfabetização.
20. Proteger o aluno a partir de provocação de tempos livres e proporcionando pares com alguma consciência de seus / suas necessidades particulares.
21. Permitir que o aluno, para evitar determinadas atividades (como esportes e jogos) que ele / ela pode não entender ou gostar; e suporte ao aluno em tarefas abertas e de grupo.
22. Permitir que algum acesso a um comportamento obsessivo como uma recompensa para os esforços positivos.
 
 


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Microcefalia: Zika vírus, saiba mais!


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Alfabetização com o Método das Boquinhas em Cascavel-PR

          Você conhece o Método das Boquinhas? Metodologia de alfabetização aprovada pelo MEC para tanto alfabetizar e intervir nos Distúrbios e Dificuldades de Leitura e Escrita, além claro, das Dislexias. O Método visa o trabalho de forma concreta, utilizando de forma multissensoriais as entradas de conexões cerebrais para aprendizagem.
          Com os conhecimentos das neurociências e neuroimagens atuais pode-se afirmar que a Metodologia Boquinhas sendo multissensorial e fonovisuoarticulatória, atua no córtex cerebral pré-frontal. Essa constatação baseia-se no fato de que a área de Broca, situada nessa região, responsável pela articulação das letras é fortemente ativada com o trabalho de Boquinhas, favorecendo de maneira rápida, concreta e eficaz a aquisição da leitura e escrita. Segundo as pesquisas, ao aprendermos a ler, e mesmo quando nos tornamos bons leitores, sempre executamos uma articulação dos fonemas,mesmo que de forma não explícita (Dehaene, 2012; Germano 2008; Gindri et al.,2007; Mulas et al, 2006; Pekkola et al., 2006; Badley, 2003). Como consequência, podemos afirmar, seguramente, que Boquinhas traz benefícios à memória imediata (loop – caminho fonológico), à memória de longa duração (loop– caminho articulatório), à atenção e, consequentemente, à cognição de um modo geral,melhorando as capacidades fonológicas dos usuários.
 
A cidade de CASCAVEL-PR, será sediada com o Curso nos dias 14 e 15 de novembro! Façam suas inscrições! Vagas LIMITADAS!!!

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Mitos sobre Aleitamento Materno

Texto da jornalista Fernanda Gentil sobre amamentação fortalece cinco mitos sobre aleitamento materno; veja quais são



Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê, média brasileira é de 54 dias



Valéria Mendes - Saúde Plena Publicação:05/10/2015

No último sábado (03/10), a jornalista Fernanda Gentil
usou seu perfil no Facebook para compartilhar com seus seguidores a razão de deixar de amamentar Gabriel, seu filho de 2 meses. O texto que já foi compartilhado por quase 40 mil pessoas parece ter ressoado nas histórias de muitas mulheres brasileiras que também não tiveram sucesso no aleitamento materno. O tema é extremamente delicado porque, apesar de no Brasil a cultura da amamentação ter se perdido em razão do uso indiscriminado de fórmulas a partir das décadas de 70 e 80, é de conhecimento público que o leite materno é o melhor alimento para o bebê.
Assim, é muito comum que as mães se sintam exclusivamente culpadas em razão de uma amamentação mal sucedida, sem se atentarem para o fato de as campanhas de apoio ao aleitamento materno venderem uma ideia equivocada de que o bebê já nasce sabendo mamar ou de que amamentar é algo que não tenha nenhuma dificuldade. Além disso, não se pode desconsiderar a falta de apoio de muitas maternidades que oferecem leite artificial para os bebês nos berçários. Tanto o bico da mamadeira quanto a chupeta confundem o recém-nascido e dificultam o sucesso da amamentação, mas mesmo assim são oferecidos em instituições de saúde pelo país afora.
O Saúde Plena conversou com duas especialistas em aleitamento materno para pontuar os argumentos usados por Fernanda Gentil e que pautaram a decisão da jornalista em oferecer o leite artificial ao filho. A expressão “menos mãe”, muito propagada na internet em assuntos que envolvem parto, amamentação e maternidade, não cabe nessa discussão que não tem por objetivo julgar a particularidade dessa história. O importante é rebater os principais mitos que envolvem o aleitamento materno e ainda vigoram no Brasil, país com baixas taxas de adesão à amamentação.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo durante os seis primeiros meses de vida do bebê e a média brasileira é de 54 dias.

Veja o texto de Fernanda Gentil:

Amamentar é automático?

 A enfermeira obstetra, membro do Comitê de Aleitamento Materno do Hospital Sofia Feldman e avaliadora da Iniciativa Hospital Amigo da Criança do Ministério da Saúde, Cintia Ribeiro Santos, e a pediatra e uma das moderadoras do Grupo Virtual de Amamentação (GVA), com quase 60 mil membros, Paula Marconi, lembram que a amamentação é um ato natural e fisiológico e não, automático. “Precisamos quebrar esse paradigma porque fica parecendo que o corpo é uma máquina. Se a mulher já vem preparada desde a gravidez para esse momento, o processo de amamentação vai se iniciar da forma mais fisiológica e natural possível. Uma das iniciativas prioritárias para o sucesso da amamentação é contato precoce pele a pele na primeira hora de vida do bebê. Logo depois que a criança nasce, ela deve ser colocada sem roupa no tórax da mãe. Esse momento vai favorecer o vínculo e o afeto entre mãe e filho. Nessa troca de amor e carinho, o bebê vai conhecer o cheiro da mãe e, por si só, vai procurar pelo seio da mãe. É aí que vai se iniciar o processo da aprendizagem da amamentação que deve acontecer de fomar natural, serena e tranquila”, reforça Cíntia.
A pediatra Paula Marconi lembra ainda que as campanhas de amamentação que mostram a mulher sempre feliz com um bebê gordinho no colo reforçam essa ideia de que amamentar é algo automático: “Não é assim. O bebê não nasce sabendo mamar, ele tem reflexos de sucção e de busca pelo peito materno, mas ele precisa de ajuda para aprender a pega correta (boca em formato de peixe abocanhando toda a aréola e não apenas o mamilo) e vai precisar sugar algumas vezes para também aprender que precisa parar para respirar. É natural, mas não é automático. A mulher que deu à luz não necessariamente foi bem orientada em relação à amamentação e ela pode, sim, ter dificuldades e se sentir culpada por se espelhar numa imagem perfeita propagada por essas campanhas".
Todos os tipo de bico de peito possibilitam a amamentação. A criança abocanha a aréola e não o bico
 

Mamilo invertido, mamilo plano ou mamilo semiplano

 Esse é um dos principais mitos que ainda persistem em relação ao aleitamento materno e muitas mulheres que têm mamilo invertido, plano ou semiplano sequer tentam amamentar seus bebês. “O bebê não mama no bico e ele não precisa de mamilo para mamar, ele necessita é da região areolar (parte mais escura da mama) para se alimentar”, afirma a enfermeira obstetra Cíntia Ribeiro Santos.
Paula Marconi sugere uma orientação especializada para evitar dificuldades com a amamentação. “O bebê ordenha a mama inteira da mãe e, com a consolidação da amamentação, o bico vai se formando com o passar do tempo”, reforça. A pediatra afirma ainda que é muito comum que mulheres nessas condições utilizem bico de silicone, mas ela reforça que, além de não ser necessário, pode prejudicar a amamentação.

Prótese de silicone e cirurgia nas mamas impedem amamentação

 A pediatra Paula Marconi diz que qualquer procedimento realizado nas mamas pode lesar os ductos mamários e, nesse caso, ser um dificultador, mas não um impeditivo da amamentação. A especialista reforça que as técnicas cirúrgicas estão cada vez mais sofisticadas e que existe uma preocupação e um cuidado do cirurgião plástico ou mastologista em não lesar esses ductos já pensando no aleitamento materno. “Mesmo mulheres que precisaram tirar uma quantidade grande de tecido mamário podem conseguir amamentar”, afirma.
Cíntia Lima reforça que na grande maioria dos casos a mulher não terá problema nenhum para amamentar. “É um mito que se planta na cabeça da mulher que fez uma cirurgia na mama. Nesses casos, a mulher precisa ser avaliada individualmente. Mesmo em caso de lesões de ductos mamários, é possível, por exemplo, que a mulher tenha dificuldade maior em alguma das mamas, mas na outra, não. Os cirurgiões têm a preocupação de preservar ao máximo a integridade da mama porque faz parte da cultura da mulher amamentar, mas não faz parte dessa cultura ter apenas um peito bonito. Precisamos resgatar o empoderamento feminino e fazer a mulher acreditar de que ela é capaz. Se ela tiver apoio, pode até enfrentar dificuldades, mas vai superá-las”, observa.

‘Meu leite secou’

A 'fórmula mágica' para o sucesso da amamentação é bebê sugando e a pega e o posicionamento corretos. “Dentro da maternidade a mulher precisa receber o apoio da equipe de saúde para ser orientada em relação à pega e ao posicionamento do bebê. As mulheres precisam saber que desde quando engravidam o organismo já começa a ser preparado para o processo de amamentação com a produção do hormônio prolactina. Com a sucção do bebê, ocorre um aumento na produção de leite. Para uma mãe produzir leite, só é preciso um bebê sugando”, explica Cíntia.
(MamaTutti / Reprodução Internet)
Tanto é que algumas mães adotivas conseguem amamentar seus filhos mesmo sem o terem gestados. Isso é possível pelo processo de translactação em que a mulher coloca uma sonda no peito e que está fixada com micropore próxima à região areolar e conectada a uma seringa, copo ou recipiente seguro. O bebê suga e, por essa sucção, ele começa a estimular a produção de leite da mãe adotiva.

Paula Marconi diz que a hipogalactia materna (produção de pouco leite) atinge 1% das mulheres.
Além da sucção do bebê, a mãe deve estar bem emocionalmente e receber apoio familiar e também de profissionais de saúde. Nas dificuldades que porventura apareçam, a mulher precisa ser fortalecida da sua capacidade em alimentar o próprio filho e não escutar que “tem pouco leite” ou que “o bebê está com fome” e ainda que “ele vai dormir melhor se alimentado por leite artificial”. "É o contrário, estudos mostram que o bebê que se alimenta de leito materno dorme melhor do que aquele que toma leite artificial", pondera Paula Marconi.

A pega correta ou pega boa é quando o bebê abocanhar toda a aréola e não apenas do bico do seio


Dor na amamentação

 Amamentar não dói, se está doendo, a mulher deve procurar ajuda de um profissional de saúde para ser orientada. Cíntia Ribeiro Santos diz que o primeiro elo de dificuldade da amamentação costuma ser a fissura do seio e, consequentemente, a dor. “A mulher precisa sair de dentro da maternidade sabendo, além de qual é a pega e o posicionamento corretos, como fazer a extração manual do leite. "Em casos de mamas muito cheias pode ser necessário esvaziá-las um pouco antes de oferecê-las ao bebê. “Na primeira dificuldade em relação à amamentação, a mulher deve procurar ajuda na maternidade onde deu à luz, nos centros de saúde ou em postos especializados em aleitamento materno”, reforça. Em Belo Horizonte, a Maternidade Odete Valadares e o Hospital Sofia Feldman são referências nesse tipo de atendimento.
E mais
Além de tudo isso, a mãe deve saber que o colostro é alimento e é tudo o que o bebê precisa nos primeiros dias de vida. “O colostro alimenta e sacia. Quando um bebê nasce, o estômago é do tamanho de uma cereja e a quantidade de colostro que sai é suficiente para alimentá-lo. Com o passar dos dias, o estômago aumenta e coincide com a apojadura (descida do leite) que acontece geralmente no terceiro ou quinto dia depois do nascimento, mas pode demorar um pouco mais”, explica a pediatra Paula Marconi.

A especialista reforça ainda que são raras as situações em que a amamentação realmente não será possível. “Algumas doenças maternas como o hipotiroidismo ou problemas neurológicos do bebê que dificultem a sucção podem ser impeditivos da amamentação”, observa.


Tamanho do estômago de um recém nascido



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Não queremos obrigar as mães a amamentar, mas queremos que elas tenham acesso a informação atualizado e à um apoio por profissional de saúde competente. Toda mulher tem direito a não amamentar, mas, por dificuldades pessoais e falta de disponibilidade não deve fazer apologia à mamadeira e às fórmulas infantis.

Marcus Renato de Carvalho
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Fibromialgia e a Fonoaudiologia

Fibromialgia é uma síndrome reumática de etiologia desconhecida, que acomete predominantemente mulheres, caracterizada por dor musculoesquelética difusa e crônica, além de sítios anatômicos específicos dolorosos à palpação, chamados de tender points. Frequentemente, estão associados outros sintomas, como a fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal e distúrbios psicológicos, como a ansiedade e depressão.
Tender Points
*Legenda: Tender points causam dores intensas quando pressionados.
Por vezes, o nível da dor é tão intenso, que interfere no trabalho, nas atividades de vida diária e na qualidade de vida dos pacientes. Ao abordar a questão das limitações funcionais decorrentes da fibromialgia e suas consequências sobre a qualidade de vida, torna-se necessário ampliar a perspectiva do impacto dos sintomas, pois as áreas afetadas se tornam tão importantes quanto a doença em si.
AVALIAÇÃO DA FIBROMIALGIA
A fibromialgia manifesta-se predominantemente em um de seus lados, embora o outro também seja sensível. São nove os pontos fundamentais de cada lado, portanto 18 no total, em que a dor pode instalar-se (veja na imagem):
Fibromialgia
1) na região subocciptal (atrás da cabeça);
2) no músculo trapézio (em cima do ombro e nas costas);
3) na região supraespinal;
4) na altura das vértebras cervicais;
5) na articulação condrocostal, onde a segunda costela se insere no osso esterno;
6) no joelho, especialmente na parte de trás do joelho;
7) no trocanter, área onde o fêmur se encaixa na bacia;
8) na região glútea;
9) do lado do cotovelo.
TRATAMENTO INTERDISCIPLINAR
Uma vez que os pacientes com fibromialgia apresentam, comumente, uma grande diversidade de sintomas, alguns trabalhos visam estudar a importância de uma abordagem conjunta de diferentes profissionais de saúde, com o objetivo de encontrar alívio dos sintomas.
O tratamento atual está voltado, principalmente, para a redução dos sintomas. A Fisioterapia tem um importante papel na melhora do controle da dor e no aumento ou manutenção das habilidades funcionais do paciente em casa ou no trabalho, assim como na redução de outros sintomas que lhe causam sofrimento.
Fibromialgia
O FONOAUDIÓLOGO deve prestar atenção aos sintomas referentes a:
  • Disfonia psicogênica (distúrbios de natureza psicológica, caracterizam-se principalmente por alteração vocal sem lesão estrutural laríngea ou doença neurológica);
  • Tontura e Zumbido;
  • Dificuldade na concentração (Por uma redução do fluxo sanguíneo cerebral);
  • Distúrbios da função oculomotora (Podem ocorrer em razão da disfunção nos mecanismos responsáveis pela sua regulação em consequência da diminuição
    do suprimento sanguíneo no labirinto);
  • Alterações vestibulococleares (Diversas doenças reumatológicas, pelas suas  manifestações e áreas de comprometimento, podem gerar alterações vestibulococleares importantes, sendo os testes otoneurológicos ferramentas importantes na confirmação dos distúrbios auditivos e/ou vestibulares e suas relações com o sistema nervoso central);
  • Dor de cabeça e na face (A fibromialgia leva a cefaleia e dor facial, além de tensões na nuca e ombros. A disfunção temporomandibular, que afeta a mandíbula e os músculos próximos também é comum em pessoas com fibromialgia);
  • Sensibilidade aumentada (Sintoma comum é a sensibilidade aumentada ou intolerância a ruído, toque, luz ou odor);
  • Articulação travada (Dificuldade de movimento. Frequentemente a dor é acompanhada por dificuldade de movimentar a região afetada, causando uma restrição do movimento completo).
ATENÇÃO
O procedimento de avaliação dos 18 pontos doloridos comuns à fibromialgia nem sempre leva em consideração as dores orofaciais, o que reforça a importância da atuação de uma equipe interdisciplinar para tratar o paciente de modo integrado.


Fonte: https://ericasitta.wordpress.com/2015/04/25/fibromialgia-e-a-fonoaudiologia/
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Exercicios de Motricidade para crianças



Exercícios de Motricidade Orofacial para crianças


Durante todo o período da graduação, o estudante de Fonoaudiologia é orientado para utilizar o recurso lúdico nos atendimentos de crianças. Muitas vezes a orientação e reflexão sobre sua utilização inexistem, partindo do próprio aluno o impulso leigo de que, por estar atendendo crianças, atividades lúdicas em geral são indispensáveis.
O brincar é considerado uma possibilidade para conquistar o paciente e fazer com que ele encare o trabalho terapêutico com mais disponibilidade e sem resistências, mantendo sempre sua motivação.
Veja abaixo várias imagens para trabalhar exercícios com as crianças: morder lábio superiormorder lábio inferiorafilar a línguaalargar a língua

vibrar os lábiosboca de peixe

Língua para a direita          língua para a esquerda
inflar bochecha direita      inflar bochecha esquerda
alargar a língua      afilar a língua
inflar as bochechas    língua para cima
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fonte: Erica Sitta 
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ATIVIDADES PARA CADA NÍVEL DE ESCRITA

ATIVIDADES FAVORÁVEIS PARA CADA NÍVEL DE ESCRITA

ATIVIDADES FAVORÁVEIS DE ACORDO COM O NÍVEL DA


PSICOGÊNESE EM QUE SE ENCONTRAM OS ALUNOS:



HIPÓTESE PRÉ-SILÁBICA:

Avanços:
• Diferenciar o desenho da escrita;
• Perceber letras e sons;
• Identificar e escrever o próprio nome completo;
• Perceber que usamos letras diferentes em diferentes posições.

Atividades favoráveis
• Desenhar e escrever o que desenhou;
• Usar o nome em situações significativas: marcar atividades. Objetos, utilizá-los em jogos, bilhetes, etc.
• Ouvir leitura diariamente pela professora e poder recontá-la;
• Ter contato com diferentes portadores de texto;
• Reconhecer e ler o nome próprio em situações significativas: chamadas, jogos, etc.
• Conversar sobre a função da escrita;
• Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos; bingo de letras;
• Produção oral de histórias;
• Escrita espontânea;
• Textos coletivos tendo o professor como escriba;
• Aumentar o repertório de letras;
• Ler nomes das crianças da turma, quando isto for significativo;
• Comparar e relacionar palavras;
• Produzir textos de forma não convencional;
• Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade;
• Recitar textos memorizados: parlendas, quadrinhas, poemas, músicas;
• Atividades que seja preciso reconhecer a letra inicial e final;
• Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras;
• Completar palavras usando a letra inicial e final;
• Escrever listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem na festa de aniversário, etc.

HIPÓTESE SILÁBICA:

Avanços:
• Atribuir valor sonoro às letras;
• Aceitar que não é preciso muitas letras para se escrever apenas o necessário para representar a fala.
• Perceber que palavras diferentes são escritas com letras em ordens diferentes.

Atividades favoráveis
• Todas as atividades do nível anterior,
• Comparar e relacionar escritas de palavras diversas;
• Escrever pequenos textos memorizados ( parlendas, quadrinhas, músicas, trava-língua...)
• Completar palavras com letras para evidenciar seu som:

CAMELO = C____M____L____ ou ____A____E____O

• Relacionar personagens a partir do nome escrito;
• Forca;
• Relacionar figura às palavras, através do reconhecimento da letra inicial.
• Ter contato com a escrita convencional em atividades significativas;
• Reconhecer letras em um pequeno texto conhecido;
• Leitura de textos conhecidos e já trabalhados;
• Cruzadinhas;
• Caça-palavras;
• Completar lacunas em texto e palavra;
• Construir um dicionário ilustrado, desde que o tema seja significativo;
• Evidenciar rimas entre as palavras;
• Usar o alfabeto móvel para escritas significativas;
• Jogos variados para associar o desenho e seu nome;
• Contar a quantidade de palavras de uma frase.

HIPÓTESE SILÁBICO-ALFABÉTICA

Avanços:
• Usar mais de uma letra para representar o fonema quando necessário.
• Atribuir o valor sonoro das letras;
Atividades favoráveis
• As mesmas do nível anterior;
• Separar as palavras de um texto;
• Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece: Associar o “GA” do nome da “GABRIELA” para escrever “GAROTA”, “GAVETA”...;
• Ditado de palavras conhecidas;
• Ditado de grade;
• Forca;
• Produzir pequenos textos;
• Reescrever histórias;
• Pesquisar os usos da ordem alfabética em nossa sociedade;
• Discutir em atividades coletivas a importância do uso da ordem alfabética como recurso organizador em vários instrumentos sociais, como catálogo telefônico, lista de alunos; fichário; arquivo, dicionário, etc;
• Procurar desenvolver o próprio pensamento das crianças para que percebam o que é provável e o que é impossível encontrar na linguagem escrita;
• Pesquisar palavras que têm ou não acento, dentro de um pequeno texto. É fundamental que o professor trabalhe por investigação. Toda descoberta vai sendo discutida e registrada. Não se deve dar a “receitas” prontas ao aluno;
• Pesquisar quais maneiras possíveis de terminar palavras.
• Generalizar os conhecimentos para escrever palavras que não conhece.
• Pesquisar as letras de imprensa minúsculas, apenas e tão somente, para a leitura. As crianças jamais irão utilizá-las para registras seus textos, apenas para serem capazes de ler, sem dificuldade. Pedir aos alunos para recortar de revistas e organizar as letras, fazendo correspondência termo a termo entre os dois tipos de letras: maiúsculas, minúsculas. Pode apresentar listas em imprensa minúscula. Pode proceder da mesma forma, pedindo para transcrever frases até pequenos textos. É uma apropriação lenta e gradual, que pode transcorrer com calma durante todo o estágio silábico-alfabético.
• Cruzadinhas utilizando fotografias;
• Formação de frases;
• Pesquisa sobre o significado de nome das crianças, seguindo a ordem alfabética;
• Escrever uma lista de nomes e discutir como colocá-los em ordem alfabética.
• Fazer acrósticos, trabalhando coletivamente, tendo o professor como escriba, fazendo o registro no quadro;
• Fazer caça-palavras, imprimindo maior grau de dificuldade a essa atividade, como: na vertical, na diagonal, em ordem inversa, etc.

HIPÓTESE ALFABÉTICO

Avanços:
• Preocupação com as questões ortográficas e textuais (parágrafo e pontuação).
• Usar a letra cursiva.

Atividades favoráveis
• Todas as anteriores;
• Leituras diversas;
• Escrita de listas de palavras que apresentem as mesmas regularidades ortográficas em momentos em que isto seja significativo;
• Atividades a partir de um texto: leitura, localização de palavras ou frases; ordenar o texto;
• Jogos diversos como bingo de letras e palavras; forca...


Fonte: ALFABETIZAÇÃO COM SUCESSO Luzia Bontempo
ALFABETIZAÇÃO LÚDICA – CAIXA DE FERRAMENTAS
Gláucia Perreira / Tathiana Campos / Vera Lima
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